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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Páscoa em família

A Páscoa está chegando e a primeira coisa que nos vem à cabeça são os irresistíveis ovos de chocolate, certo? Errado!

Segundo uma pesquisa realizada pela APPM – Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado, 67% dos entrevistados afirmaram que reunir a família é o desejo mais importante.

Já os tão falados ovos de Páscoa só aparecem em segundo lugar, com 23%, praticamente empatado com “peixe e bacalhau” (22%) e “ir à missa” (20%).

“Apesar da mídia veicular de forma pesada a questão do consumo, a pesquisa nos mostra que na Páscoa o que prevalece é a confraternização com a família e os amigos”, explica Pedro Meira, Pesquisador Sênior da APPM.

Foram entrevistadas 1.000 pessoas no Estado de São Paulo entre os dias 24 e 25 de março de 2010.

terça-feira, 30 de março de 2010

Batida de café


Para quem aprecia café, aí vai uma boa dica: a batida.

Ingredientes: 1/2 xícara de pinga 1 xícara de café forte 1/2 xícara de creme de leite 4 colheres de açúcar
Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes em uma jarra. Junte o gelo, mexa bem e sirva em um copo de batida.
A receita consta no site da ABIC (http://www.abic.com.br/scafe_receitas.html)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Cinema


Sempre fui cinéfilo. Talvez tenha herdado o gosto de meu pai, que adorava uma fita, termo que usava para se referir a um filme.

Confesso que nunca fui - e continuo não o sendo - muito criterioso para a escolha das produções. Costumava assistir tudo o que me chegava às mãos ou estivesse a altura delas nas prateleiras das locadoras.

Hoje freno minha impulsividade por conta da Léa, mas, ainda assim, vez em quando derrapo e acabo locando algo que comumente seria recebido com o Framboeza de Ouro, aquele prêmio cinematográfico que parodia o Oscar, concedido aos piores filmes produzidos ao longo do ano.

Minhas recordações cinematográficas invariavelmente me transportam ao extinto Cine Jaú. Foi lá que assisti ao primeiro filme proibido para 14 anos de minha vida. Tinha 12 na cacunda e precisei falsificar a carteirinha de estudante do Instituto de Educação Caetano Lourenço de Camargo.

O resultado ficou grosseiro, mas consegui varar a portaria, depois de o porteiro e o inspetor de menores conferirem demoradamente minha fotografia. A fita era Doutor Jivago. Nossa! Lá se vão 33 anos desde então.

O Cine Jaú foi demolido; deu lugar a uma agência bancária, fria, impessoal. Mas o velho cinema ainda existe no coração de cada um dos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo.

Para matar a saudade, a foto do belo, também do arquivo do seu Ítalo Poli.


quinta-feira, 25 de março de 2010

O futuro das grandes cidades


Uma dica, especialmente aos amigos que habitam na querida Sampa.


Diante dos inúmeros problemas das grandes cidades, com influência direta na qualidade de vida de seus moradores, e com o objetivo de levantar discussões sobre cidadania, a TV Cultura apresenta o documentário especial Cidades - o mundo que construímos, a ser exibido no próximo domingo, dia 28 de março, às 22h.

terça-feira, 23 de março de 2010

Frase

"O discurso humano é assim mesmo, um composto de partes excessivas e partes diminutas, que se compensam, ajustando-se."

Machado de Assis

sexta-feira, 19 de março de 2010

Saudade não tem idade


Em mais um resgate ao passado, o blog traz anúncio veiculado na revista O Succo, publicação quinzenal composta e impressa nas oficinas do jornal Comércio do Jahu, que se apresentava aos leitores como revista humorística, bastante crítica e um pouquinho literária. A revista circulou em Jaú entre 1919 e 1920.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Fess Parker (1926-2010)


Costumava deixar o que estivesse a fazer e corria para a frente do velho televisor Phillips, preto-e-branco, daqueles com pernas, para assistir ao seriado Daniel Boone, produzido de 1964 a 1970.

Os episódios, protagonizados pelo ator Fess Parker, retratavam a vida do pioneiro Daniel Boone e família e do inseparável amigo, o índio Mingo, em meio as dificuldades da América no século 18.

A abertura era impagável ("Daniel Boone was a man, was a big man...") e o caçador lançava sua machadinha e cortava ao meio uma árvore inteira.

Que época boa. Um brinde a Fess Parker. Com ele morre mais um tanto da minha infância.